Livro: O Diário de Anne Frank

12 de junho de 1942 – 1° de agosto de 1944. Ao longo deste período, a jovem Anne Frank escreveu em seu diário toda a tensão que a família Frank sofreu durante a Segunda Guerra Mundial. Ao fim de muitos dias de silêncio e medo aterrorizante, eles foram descobertos pelos nazistas e deportados para campos de concentração. Anne inicialmente seguiu para Auschwitz e mais tarde para Bergen-Belsen.

 Editora: Record (BestBolso)

Autora: Anne Frank com edição de Otto H. Frank e Mirjam Pressler

Número de Páginas: 373

Anne Frank escreveu esse diário dos 13 aos 15 anosAnne Frank pertencia a uma família judaica de Frankfort que, em 1933, fugindo às perseguições do regime hitleriano, se refugiou na Holanda, onde supunha encontrar a paz e a segurança. Mas, logo depois da invasão da Holanda pelos alemães, as perseguições aos judeus continuaram ali com tal violência que os Frank resolveram – mergulhar -, designação que então se dava ao desaparecimento voluntário de pessoas perseguidas-ou por razões políticas ou por discriminações raciais e que passavam a ter uma existência ilegal ou clandestina. Durante dois anos, que abrangem o período de guerra de 1942 a 1944, não podem sair à rua e vivem sob a constante ameaça de serem descobertos pela polícia.

Anne, rapariga em pleno período de desenvolvimento físico, esse período delicado e importante na vida de qualquer adolescente, mas especialmente decisivo quando se tem uma sensibilidade e uma inteligência como a dela, escrevia com regularidade um diário, em forma de cartas, a uma amiga imaginária. Este diário tornou-se não só um dos mais comoventes depoimentos contra a guerra, contra a injustiça e a crueldade dos homens como, também, um dos mais puros documentos psicológicos que todos, e sobretudo os que contactam com gente nova, deviam ler.

Anne não escreveu o seu diário a pensar na publicidade, nem porque fosse incitada a fazê-lo, mas única e simplesmente porque tinha de o escrever-para si própria, para – aliviar – o coração, como ela diz várias vezes, por essa forte necessidade íntima que caracteriza o artista e a que ela não se poderia furtar, nem que quisesse.

O Diário de Anne Frank foi editado pelo pai dela, Otto Frank, o único sobrevivente dos campos de concentração para onde a família foi enviada após terem sido capturados. Depois do último relato de Anne, Otto conta como os integrantes do anexo, e também a família que os abrigou, terminaram nos campos de concentração.

O Livro é ótimo pra quem está estudando 2° Guerra Mundial, ajuda a ter uma visão do que era a realidade da época do Nazismo e o legal do livro é que apesar da triste situação, Anne não perde a frescura infantil nem esses gostos próprios do adolescente.

Tá ai minha dica!

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3 comentários sobre “Livro: O Diário de Anne Frank

  1. Sempre quis ler esse livro.. Esses dias assisti uma matéria no Fantástico que falava sobre pessoas que conviveram com ela nessa época e antes, aumentou ainda mais a minha vontade!
    Beijos

  2. Pingback: 5 posts pra você se deliciar! | Nós na Gravata

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