Playlist de Domingo!

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Domingo é assim, sempre calmo, meio “paradão” haha. Então para dar uma animada nesse domingo ocioso de abril, fiz uma playlist com algumas bandas que eu amo e que tocaram no Lollapalooza.

 

Imagine Dragons – Radioactive

Lorde – Royals

Cage the Elephant – Telescope

Muse – Madness

Phoenix – If I ever feel better

Lorde – Team

 

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Citando o Autor: A última carta de Charlie

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“Não sei se terei tempo para escrever mais cartas, porque estarei muito ocupado tentando ‘participar’. Então, se essa for minha última carta,saiba que estive numa situação ruim antes de começar o ensino médio e você me ajudou. Você fez eu não me sentir sozinho. Porque sei que existem pessoas que dizem que estas coisas não acontecem. Que há pessoas que esquecem do que é ter 16 anos quando fazem 17. Sei que tudo isso não passará de histórias. E que nossas imagens se tornarão fotografias antigas. Todos nos tornaremos pais de alguém. Mas, nesse momento, estes momentos não são só histórias. Isto está acontecendo. Estou aqui, e estou olhando para ela. E ela é tão linda. Consigo enxergar. E é neste momento que você sabe que não é uma história triste. Você está vivo. Você se levanta e vê as luzes nos prédios e tudo que faz você se perguntar. Está ouvindo aquela música, naquele passeio, com as pessoas que mais ama neste mundo. E, neste momento, eu juro… SOMOS INFINITOS.”

As vantagens de ser invisível-Stephen Chbosky

Looks de Meia Estação

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O verão é uma delícia e o inverno é todo chiquetoso, mas vamos combinar que o outono é a época perfeita para usar aqueles looks nem tão decotados e nem tão fechadões, concorda? As produções de meia estação são perfeitas para brincar com as peças, abusar das sobreposições e usar sapatos de todos os tipos.

Os cliques de street style de Paris e Milão mostram looks superestilosos e ideais para enfrentar os dias de temperaturas agradáveis. Reparou que as pernas de fora não são só no verão? Para não passar frio, coloque sempre um casaquinho por cima ou aposte nos tops de manga longa. Meias, botinhas e ankle boots são muito bem-vindas nestes dias também, viu?

Casaco de couro

Os itens de cobertura são superimportantes.  O casaco de couro é peça-chave para a meia estação porque você pode usar de diversas maneiras. Hoje em dia, ele é mais fino e não serve só para os dias de muuuito frio. É ultracuringa e pode ser usado até amarrado na cintura. Dá um ar estiloso, de sofisticação e muito relax também.

Meia calça

É uma excelente opção, mas é um item mais difícil de usar. A meia-calça pode garantir um up no look, como pode acabar com ele por completo. Tem que saber escolher o fio, a cor e tomar cuidado. O ideal é ter noção de proporção e conhecer bem o próprio corpo para não errar na produção. Mas e com short e peças curtinhas? É mais difícil de dar certo porque pode parecer muito adolescente e nem sempre as mulheres querem isso. A melhor opção é usar com uma ideia feminina, sofisticada e intelectual. Funciona muito mais.

Colete

Hoje em dia é possível encontrar uma gama interessante de coletes. Há os mais longos que, dependendo da mulher, pode se transformar em um vestido fresquinho, e ao mesmo tempo é uma peça de cobertura muito boa para ser usada com calça skinny e t-shirt. É um look urbano e contemporâneo. Não é pesado e funciona superbem.”

Tricô

O tricô está na mesma linha do couro. Os dois evoluíram muito. Há peças elaboradíssimas, confortáveis e deliciosas de usar. Se quiser um visual chique, use com uma saia rodada ou uma calça flare. O short também é uma ótima opção porque fica um look despojado e completamente de meia estação. Aposte no off white, preto, marrom e laranja. É uma peça que permite infinitas combinações.

Jeans

O look jeans é sempre uma boa pedida e não tem muita regra. Camisa jeans + calça jeans resulta em uma produção impecável. Está mais calor durante o dia? Amarre a camisa na cintura. Outra opção é usá-la com um nó na frente. O jeans, em todas as suas variações, é meia estação e deixa todo mundo bem vestido. O importante é procurar o shape perfeito. Muitas vezes, você compra pelo encantamento da textura e de algum detalhes, mas a peça precisa cair bem e ficar incrível.

Bota

As ankle boots já existem há alguns anos, mas vieram para ficar mesmo, principalmente a open boot [que deixa a ponta dos dedos de fora]. Usar com short, por exemplo, é muito melhor do que uma sandália. Pode ficar incrível também com um vestido mais longo e uma meia-calça. É um item atemporal, diferente das botas cuissard e das de cano alto.

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Fazendo Brownies

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Nos fins de semana eu sempre gosto de fazer alguma coisa diferente na cozinha. Sábado gosto de fazer um café da tarde especial, com tudo o que eu mais gosto de comer. Então ontem resolvi fazer essa receita bem gostosa de brownie canadense e amei! Nos supermercados, você encontra massa pronta, igual aquelas de bolo, mas eu quis fazer ele bem artesanal e acrescentei algumas coisas fora da receita tradicional.

Ingredientes: 

  • 6 colheres (sopa) bem cheias de margarina ( sem sal)
  • 3/4 xícara (chá) achocolatado
  • 1/2 xícara (chá) chocolate em pó
  • 1 1/4 xícara ( chá) farinha de trigo
  • 2 xícaras (chá) açúcar
  • 4 ovos
  • 2 pitadas de sal
  • 1 colheres (chá) extrato ou essência de baunilha
  • 1 tablete de chocolate meio amargo picado em cubinhos
  • ½ xícara ( chá) de nozes picadas (ou castanhas de caju granulada)

OBS: Na receita que eu fiz, troquei o tablete de chocolate meio amargo por 2 xícaras (chá) de gotas de chocolate e coloquei apenas 1 xícara (chá) de nozes picadas.

Modo de Preparo 

  1. Misture os ovos e o açúcar e depois agregue todos os ingredientes até formar um creme uniforme
  2. Despeje numa assadeira forrada com papel manteiga e leve ao forno médio por 40 minutos
  3. O brownie está pronto quando a parte de cima está levemente corada e ao se espetar um palito o mesmo está levemente úmido (devido ao chocolate derretido)

Como Servir

  1. Corte em quadrados ainda quente e sirva com uma bola de sorvete de creme, ou congele num saquinho para freezer
  2. Para descongelar, coloque o brownie num prato de sobremesa e aqueça no microondas, potência alta, por 1 minuto

 

Minha Rotina de Estudos

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Depois de contar que eu era uma vestibulanda de Medicina, vários leitores do blog me pediram pra contar um pouco mais sobre a minha rotina de estudos. Minha média gira em torno de 8 horas diárias, fazendo resumos e resolvendo uma boa quantidade de exercícios, para eu ter certeza de que entendi bem o conteúdo e de que venho estudando corretamente.

Confesso que é um pouco complicado a organização, ainda mais pra quem estuda sozinho assim como eu. Até hoje faço várias alterações no meu horário, tudo para que fique melhor e mais tranquilo de conseguir manter a rotina. Tenho lido vários artigos sobre as melhores maneiras de estudar, sobre alimentação para dar mais disposição, venho praticando exercícios físicos diariamente, pois é importante manter a saúde em dia para que a mente possa trabalhar bem.
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Esse quadro é a peça chave da minha organização diária. Vi em um intagram de uma vestibulanda de medicina (@eunamed) e ele me deixou muito mais disciplinada com minha rotina. Nele eu visualizo meus horários e qual matéria deve ser estudada naquela determinada hora. Ele vai de segunda a sábado, porém eu também estudo nos domingos, mas são por 4 horas apenas, afinal eu preciso de descanso!

Ter um lugar calmo e organizado é importante para o desenvolvimento dos estudos. É nele eu passo a maior parte do tempo nos meus dias, então preciso que ele seja bem harmonioso para poder me concentrar durante a maratona. Ter um espaço fixo reservado para esse tipo de tarefa auxilia na memorização e fixação da matéria.
wpid-mntsdcardAutodeskPixlr-Express2014-03-20-16.04.29-1.jpg.jpgMeus resumos e anotações são essenciais para o aprendizado principalmente se for uma matéria que eu tenha maior dificuldade de entendimento (tipo física, rs) e na hora de resolver os exercícios, eles me auxiliam e me ajudam a lembrar o conteúdo.

Agora que vocês conhecem um pouco da minha rotina, que tal compartilhar a sua aqui nos comentários? 🙂

O que é amor?

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No dicionário, uma das definições de amor, diz: “Sentimento que induz a aproximar, a proteger ou a conservar a pessoa pela qual se sente afeição ou atração”.

E na vida? É só isso?

É diferente a teoria da prática. Sentir, é mais do que só ouvir definições.

Acredito que tal sentimento tem “sintomas” diferentes de pessoa pra pessoa. Pra mim, amor é querer cuidar mais do que cuida de si, se preocupar, chorar e sorrir junto, brigar quando necessário e, logo fazer as pazes. É querer abraçar a todo tempo. Querer estar perto a todo momento e não conseguir ir embora, quando isso acontece. É acordar se perguntando com o que ele sonhou e dormir esperando que ele pense em você ao deitar na cama.

É sentir as tais borboletas no estômago, sempre que o celular vibra e você vê que é ele. Conversar por horas e querer que elas não passem pra que possam conversar mais. É sentir ciúmes. Querer que ele fale contigo o dia todo. É deixar o orgulho de lado e chamá-lo pra conversar, quando algo tá errado. É pensar nele quando precisa de alguém pra desabafar. É sorrir com um simples “Oi”. Chorar de preocupação quando algo acontece a ele. Ver beleza, onde muitos só veem problemas. Enxergar os defeitos e, mesmo assim, continuar amando por que eles são pequenos demais, comparados ao amor.

Amar é perdoar o que os outros julgam imperdoável. Esquecer como é a vida sem ele porque, agora, tudo é melhor, mais feliz, tudo faz mais sentido. É sentir saudade. Ter medo de perder. Querer a felicidade dele, mesmo que custe a sua. É passar por cima de limitações. É, muitas vezes, deixar suas vontades de lado, pra satisfazer as dele. Brincar igual criança. Tirar sorrisos espontâneos. É dar valor às pequenas coisas. A primeira vez de mãos dadas? É quase um sonho. É querer registrar cada momento na memória, pra nunca esquecer. Ver no outro, um porto seguro, no qual você pode atracar e se proteger da tempestade.

Amar é fazer programas chatos que ele gosta, só pelo prazer de ficar mais tempo junto. Ter a sensação, de que nada faria sentido, se ele não estivesse ao seu lado. É querer tanto o bem estar da pessoa que, se fosse possível, tomaria para si, toda  dor e sofrimento que ele tá sentindo. É dar sua vida, se houvesse necessidade.

É clicar no botão “stop” quando a pessoa chega e, tudo à sua volta, parar… Só existe silêncio, em volta. É olhar nos olhos porque só ele te enxerga através deles. É criar planos pro futuro que, na sua cabeça, só existe se ele estiver presente. É perder o chão e esquecer que existe gravidade. É medo de ser trocado. Por mais bobo que seja, é  pensar em nomes pros seus filhos e pro cachorro. É se sentir à vontade de dizer o que sente, porque sabe que ele não vai te julgar. É confiar. Se importar com a opinião dele pra cada detalhe. É querer estar presente em cada momento da vida dele.

Amar é, acima de tudo, não saber o que sente. Amar é não sentir nada e tudo, ao mesmo tempo. É não conseguir descrever o amor e, mesmo assim, tentar.

Quando existe amor, o “para sempre” é pouco.

Citando o Autor – Elogio ao Amor

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Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque se dão bem e não se chateiam muito.

O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam “praticamente” apaixonadas.

Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.

Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do “tá tudo bem, tudo bem”, tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?

O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso “dá lá um jeitinho sentimental”.
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casaizinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores.

O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade.

Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.

O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A “vidinha” é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima.

O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser.

O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha – é o nosso amor, o amor que se lhe tem.

Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.

A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.